terça-feira, 1 de abril de 2014

Serj anuncia afastamento da carreira musical: “É hora de ser marido. E pai"

Os boatos se tornaram realidade. E aquele que era o pesadelo de muitos fãs, também. Serj Tankian confirmou que se afastará da carreira musical por tempo indeterminado. “Já vinha amadurecendo a ideia há bastante tempo e alguns fatos recentes me fizeram ter certeza de que era a melhor decisão a se tomar”, disse o cantor.


Segundo ele, é chegada a hora de dedicar-se totalmente à esposa e à recente propriedade rural que adquiriram no nordeste da Nova Zêlandia. Serj diz “É hora de ser marido. E pai. Quero que meus filhos cresçam em um ambiente puro, tranquilo como os de Stweart Island. Estou muito animado com a possibilidade de passar alguns anos nesse lugar que eu e Angela chamamos de “nosso pedaço do paraíso”. Me lembra a região montanhosas da Armênia”.
Mas antes de se despedir, Serj está preparando uma grande despedida: um show com Bruno Mars em Los Angeles. “O Bruno é um jovem muito talentoso, tenho certeza que faremos uma grande apresentação. Será uma mistura fantástica! E não poderia ser em outro lugar que não Los Angeles”. Perguntado se o show teria a presença de membro do System of a Down ou do FCC, o artista negou: “Queria algo diferente, singular e Bruno se mostrou muito empolgado com a ideia de inovarmos”.
Por fim, perguntado se poderia voltar atrás na decisão, Serj disse: “Pelo menos nos próximos anos, estou decidido a seguir esse projeto de vida”.
 A data do show ainda não foi confirmada. Estamos atentos para mais notícias.


E essa foi a nossa brincadeira de 1º de abril

sexta-feira, 28 de março de 2014

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Serj Tankian: Entrevista a 3News

Amanhã a noite,, Serj tankian vai estar se apresentando em um único show, na CBS Arena, em Christchurch.
Conhecido por muitos como o vocalista do System of a Down, para muitos este show vai mostrar um lado diferente, do artista ganhador do Grammy.
Ele estará juntará a orquestra sinfônica de Christchurch, onde irão apresentar algumas das músicas do álbum sinfônico do Serj, “Orca”.
Também vão estar apresentando algumas das músicas do seu álbum de rock, Elect The Dead.
Serj não realiza esses shows muitas vezes, então me pareceu uma boa oportunidade para conversar com o musico na Nova Zelândia, sobre o que ele está fazendo.

Você está ansioso para esse show em Christchurch?

Eu estou muito ansioso. De fato, eu venho planejando um show com a orquestra de Christchurch a muitos anos.
Meu amigo MvKeich, que conduziu nosso show em Auckland, a anos atrás, em 2009, foi quem chamou a orquestra de Christchurch, e eles estavam ansiosos para trabalhar conosco.
Estão, nós viemos tentando planejar isso a alguns anos, e eles tem uma agenda muito apertada, e fazem turnês em vários lugares. Então esse ano, sabendo que eu ia passar um bom tempo aqui na Nova Zelândia, eu decidi finalmente seguir em frente, e fazer esse show.


Você esteve em turnê com o System – é difícil estar com a cabeça em outro espaço, com a música orquestral, ou isso é bem orgânico?

Realmente não é difícil pular de uma banda, ou projeto musical, pra outro. De fato, na Europa e na Rússia, eu fui de 3 semanas com o System, a 3 semanas com uma orquestra. Na verdade é realmente ótimo. É mais ou menos como em uma academia: Com o System, você está acelerando seus batimentos, por que você está correndo, pulando, e fazendo acrobacias loucas, tanto vocalmente quanto fisicamente.
E com a orquestra você está sentado lá, e é uma conexão mais espiritual, emocional e intima, musicalmente. E é um valor diferente, em termos de conectividade com o público. Um é um tipo de público de grandes festivais, com o System, e o outro é um belo anfiteatro, como o Auckland Town Hall, ou como vai ser em Christchurch. Eu gosto da diversidade.

Bem, é excitante pra Christchurch também.

Eu realmente estou animado em ir lá. Nós estivemos olhando algumas organizações sem fins lucrativos para uma parceria, e na verdade, vamos doar os lucros líquidos do show.
Existem muitos trabalhos incríveis ocorrendo lá, e são realmente interessantes. Obviamente os efeitos do terremoto e tudo mais que está acontecendo lá desde então, são devastadores – [mas] foram criados todos esses lugares vagos por causa de todas as pessoas que se mudaram e foram embora.
Então é uma cidade com vários lugares vagos, os quais não estamos acostumados, já que a maioria das áreas são tão concentradas.
Então, os criativos da cidade vem tentando ver como aproveitar esses espaços vagos, de uma forma positiva e criativa. Então, tem essas organizações fazendo coisas com um pensamento realmente inovador. Há instrumentos no parquet, por exemplo, e qualquer pessoa por ir lá, e tocar.
Tem áreas onde as pessoas pode ir e dançar e colocar seus próprios cds, e tudo funcionando com um radinho. Apenas espaços criativos, que não existiriam na cidade.
Então, eu acho que essas são algumas coisas boas que nós podemos afirmar que saíram dessa experiência.

Para os que não estavam no seu show no Auckland Town Hall, o que elas podem esperar do seu show?

Desde o show no Auckland Town Hall, em 2009, nós fizemos 26 shows orquestrais, pela Europa, Rússia e Ucrânia, e todos esses países. E tem sido incrível, com todos essas diferentes orquestras. Então, Auckland foi o primeiro a nos colocar na estrada. Então, o show que vamos fazer em Christchurch é parecido com os que fizemos ano passado na Europa e Rússia. É um show hibrido, entre o Elect The Dead Symphony, que são as músicas que eu toquei com a orquestra de Auckland em 2009, e também Orca, minha nova sinfonia. Orca é uma sinfonia tradicional. É instrumental – Não são musicais de rock, com variações sinfônicas. Então, na verdade, é um belo show. Um show único, e um modo de apresentar a dinâmica de uma orquestra: tocando momentos de heavy rock, e decrescendo e tocando de forma bela e intima, músicas do Orca. Nós temos um musico de duduk, um musico armênio. Ele é incrível, e ele toca no movimento quatro do Orca, assim como em algumas outras músicas. Então é bem divertido colocá-lo nesses shows. E o público com quem interagimos até agora, tem gostado bastante.

Deve ser bem legal tocar com diferentes níveis de energia: rock, com elementos orquestrais.

As pessoas estão acostumadas a segmentação musical. Em um show de Rock, todo mundo está de pé, gritando, e bebendo. Em um show clássico, todo mundo está sentado, bem vestido e quieto. Agora – nós estamos quebrando barreiras. Então, não vamos ter um típico show clássico.
Sim, você vai estar sentado. A maior parte do você vai estar quieto, por que são instrumentos acústicos, não são instrumentos elétricos. De qualquer forma, a atitude, o tipo de roupa, o modo de interagir com o público e fazer eles se levantarem no fim e se animarem, não é típico do mundo clássico. E as orquestras com as quais trabalhei realmente pareceram gostar do tipo de atenção e e emoção demonstrada pelo público, e vice versa!

O que o pessoal do rock, pensa do seu material clássico, e o que o mundo clássico pensa do seu material de rock?

Eu aposto que os críticos de rock não gostam de um álbum sinfônico, eu aposto que os críticos de música clássica não vão amar alguém vindo do mundo do rock e fazendo um álbum sinfônico. Eu aposto que os compositores puristas de Jazz, e eu conheço compositores assim, não gostaram do meu álbum Jazz-Iz-Christ. Mas hey, tudo bem! Porque estou fazendo a música que chega até mim, vinda do universo, e eu a estou apresentando da melhor forma que posso. E eu estou lançando de uma forma única, do jeito que eu faço.
E, enquanto meus fãs, e as pessoas que me seguem, estiverem gostando disso, eu estou feliz com isso e grato por isso.

E obviamente, pessoas como John Psathas estão juntos com você nessa viagem!

Nós, na verdade, estamos trabalhando juntos agora, fazendo um novo material, chamado ‘100 years’, e nós vamos lança-lo próximo ano. Vai ser algo sobre genocídio e holocaustos. É um tópico pesado.
É um belo material, que vai do étnico ao orquestral a diferentes coisas, e estamos com vários amigos ao redor do mundo, participando desse projeto. E vamos mostra-los em vídeos, assim como em áudio, e basicamente colocando o seu próprio emocional, e espiritual em cada música. E vamos mostrar isso em festivais, assim como provavelmente no Youtube, e outros meios.
É um tópico bem pesado pra focar.

Queremos trazer a consciência para o fato de que ainda existem - mesmo com a convenção de genocídio na ONU, e todas estes diferentes comitês e sub comitês criados para combater o genocídio - o genocídio ainda é uma doença do homem moderno que não é dado atenção pela comunidade internacional. Vimos em Darfur, por exemplo, que os chineses tinham laços econômicos que não iriam largar. Então, precisamos ter alguma estrutura tipo que causa o genocídio, ou holocausto, uma espécie de "zona de exclusão": Sempre que está acontecendo, todas as nações quebram laços imediatos, eles se reúnem e discutem diversas ajudas humanitárias. Estamos vendo com a Síria, também - Eu não chamaria necessariamente de genocídio - mas nós estamos vendo com a guerra civil síria quão confuso é para a comunidade internacional. A ONU não sei de que lado apoiar. Você sabe, você tem um tirano, de um lado, e então você tem grupos terroristas do outro lado, junto com uma parte verdadeiramente rebelde da população, você tem a violência religiosa, você tem facções religiosas... é difícil, sabe? Mas temos que tomar uma posição contra esta doença moderna chamada "genocídio".

Você acha revigorante estar na Nova Zelândia, onde eu acho que somos um pouco mais políticos – Eu acho que os problemas são menores aqui. Você acha que é uma coisa encorajadora?

Eu acho. Eu quero dizer, obviamente a Nova Zelândia tem seus próprios problemas para lidar, mas sim, os problemas geopolíticos são um pouco mais calmos. A semi-neutralidade do pais é realmente uma visão muito progressista. Muitas nações poderiam se beneficiar desse tipo de perspectiva. E o povo é bem inteligente, politicamente, em termos de política internacional, por que eles leem. A maioria das pessoas na América não leem! E o sistema educacional é incrível. Eu acho que não é suficiente ter uma democracia, é importante ter uma educação democrática, porque sem uma educação, literalmente democrática, você pode ter um líder como George Bush. E isso pode ser mais perigoso do que ter um Assad como líder, em alguns casos! [Risadas]. Vir a Nova Zelândia, é revigorante, todo ano eu vivo entre aqui, e Los Angeles, e isso diminui o ritmo das coisas de um belo nível, e melhora minha qualidade de vida. A qualidade da vida, as pessoas com que eu interajo, e os relacionamentos que eu desenvolvo. E é um mundo diferente, e eu amaria ficar assim pra sempre.

Mudando totalmente de assunto – Você vem pintando, certo?

Eu venho fazendo arte pela primeira vez! Eu venho pintando e criando essas pinturas interligadas musicalmente. E nós desenvolvemos um app chamado Eye for Sound, que permite você usar seu celular, e através de reconhecimento óptico, permite tocar a música enquanto você está vendo a pintura, ou a escultura. Então, temos vários amigos artistas que se juntaram a comunidade da Eye for Sound. Estamos fazendo uma exposição multimídia com vários artistas. Estamos ansiosos pra fazer algo em Los Angeles, esse ano, e estamos ansiosos pra fazer algo maior no Museu de Auckland, próximo ano. É excitante e único, porque o mesmo artista está fazendo uma arte visual e musical. Então eles se completam. E nós estamos juntando alguns artistas aqui, na Nova Zelândia, que tem habilidades musicais, que tocam piano e outras coisas. Então queremos incorporar o talento deles também.
Você é basicamente incapaz de tirar um tempo livre, né?

Não me julgue cara, eu estou relaxando. Eu estou na fazenda, relaxando, fazendo pequenos trabalhos. Estou viajando menos. Eu diminui o ritmo esse ano. Eu estou passando mais tempo na fazenda aqui, e curtindo a vida, e cultivando vegetais e belas pomares. Compondo e fazendo compostagem. Essa é minha nova fase. Fazer compostagem e compor, tudo em um dia só. Eu juro, eu saio e trabalho na fazenda por duas ou três horas, suando e trabalhando o corpo, e fisicamente sentindo a diferença que você faz na terra, e então entrar – Tomar banho [risos] – começar a trabalhar com música e fazer algo criativo. Música ou pintura. São a mesma coisa, na verdade. Uma é continuação da outra

Você está feliz de ter se mudado pra Nova Zelândia?

Estou mais que feliz, estou super. animado. Estou no paraíso. E é também um lugar onde me sinto mais criativo. E me sinto mais em casa, pra ser sincero com você. E eu vivo em Los Angeles desde 1975, o que é muito tempo. E tenho muitos amigos lá, e família lá, o que dificulta eu me mudar. Meu trabalho é lá a maior parte do tempo, a indústria de entretenimento é lá, e eu venho compondo trilhas sonoras de filmes e vídeo games, e a indústria musical é baseada lá, e não no mundo. E ter esse excitamento e trabalhar lá é incrível. Mas, quando eu saio de uma turnê, eu não penso na minha casa em Los Angeles, eu penso na Nova Zelândia como lar. Por que eu me sinto mais em casa, aqui.

Você deve estar feliz que esteja tudo dando certo. Quero dizer, você poderia ter se mudado e achado terrível!

Não era uma experiência pra mim. Era mais um... “É aqui que eu acho que devo estar, como eu faço isso acontecer de verdade?” Obviamente levou tempo, tanto com a residência, quanto comprando a casa. Mas tem sido a experiência mais gratificante. E todo mundo sempre me pergunta sobre a Nova Zelândia. Eu tenho um amigo, que me ligou outro dia “Tudo bem, me fale sobre a Nova Zelândia!” e eu falei a várias pessoas, desde diretores famosos, a diferentes pessoas, sobre a Nova Zelândia, por que é muito interessante, especialmente para pessoas criativas que fariam mudanças na sua vida, e eu acho isso maravilhoso. E eu acho que a política governamental de ajudar de fato, seria um catalisador para essa mudança, e atrai pessoas criativas, pessoas com visão, é uma coisa ótima. É uma coisa bela. Eu acho que vai trazer resultados.

Eu aposto que você encontra um monte de músicos que vêm pela cidade, que provavelmente querem sair com você! Como se você estivesse no palco com o Tool, no Big Day Out.


Tem sido incrível, é legal ter amigos vindo fazer um show em Auckland, e eu dizer “Hey, venha até a fazenda e vamos nosso divertir, e ir a praia, e relaxar”, e dar a eles um dia de folga da turnê, fora do seu campo. É uma bela coisa. Nós fizemos isso com o Tom Morello, que estava aqui com Bruce Springsteen e E Street Band, e antes do show, ele veio até mim “Então, o que você vai cantar conosco essa noite?” e eu “Ah, nada! vim apenas assistir ao show, e vou beber com você, assistir seu show, e te parabenizar depois, mas eu não tenho coragem de entrar no palco com você e Bruce Springsteen!” Eu vou ser o primeiro a dizer, eu estava assustado. Quando eu subi no palco com o Tool [no BDO’07] eu disse “Eu não sei essa música decorada” e ele “Apenas faça o que quiser” – mas eu estava nervoso pra caralho! Olhe, eu vi dessa forma: Essas pessoas te, 10 mil fãs que conhecem a música como a palma das suas mãos, e eu estou aqui, preste a tocar ela, e sabe, é um pouco do nada!


quinta-feira, 27 de março de 2014

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huehue BR BR

A imagem fala por si só.